Data:
    Carga Hor√°ria:
    P√ļblico-Alvo:
    Turmas:



  • Descri√ß√£o e Objetivos
  • Programa e M√©todo
  • Cronograma e Investimento

CURSO DE PR√ĀTICA FORENSE EM DIREITO PENAL

(Da investigação criminal até os principais recursos.)

OBJETIVO:

O curso destina-se a dar suporte t√©cnico pr√°tico aos advogados rec√©m-formados que pretendem atuar no √Ęmbito da Advocacia Criminal, bem como auxiliar na reciclagem daqueles profissionais que j√° exercem tal atividade. Ser√£o analisados dispositivos legais sob a √≥tica da pr√°tica da advocacia criminal, de forma que possibilite √† discuss√£o das diversas formas de atua√ß√£o do advogado na condu√ß√£o da causa, desde o primeiro contato com o cliente, o acompanhamento da fase investigat√≥ria, a elabora√ß√£o das principais pe√ßas processuais, bem como realizar de forma satisfat√≥ria o acompanhamento da instru√ß√£o processual, atrav√©s de manifesta√ß√£o oral ou escrita, em todas as fases da persecu√ß√£o penal at√© a elabora√ß√£o dos principais recursos.

Assim, disponibilizaremos aos nossos alunos uma orientação prática sobre os procedimentos adequados a serem utilizados em sede policial, processual e recursal, na busca da melhor defesa dos interesses dos seus constituintes com ênfase nos seguintes aspectos:

¬∑       Como agir diante da pris√£o em flagrante de seu constituinte, elaborando as pe√ßas processuais cab√≠veis ao caso; Quais as hip√≥teses de cabimento de fian√ßa. Como se manifestar acerca da concess√£o ou negativa de fian√ßa em favor de seu constituinte. Quais as regras da aplica√ß√£o da fian√ßa, o requerimento de fian√ßa diretamente perante a autoridade policial;

¬∑       Qual dever√° ser o posicionamento do advogado nas delegacias de pol√≠cia. Os direitos e veda√ß√Ķes inerentes ao exerc√≠cio da advocacia durante a investiga√ß√£o policial. Quais dever√£o ser as provid√™ncias adotadas por ocasi√£o de recusa por parte das autoridades policiais em conceder direitos inerentes ao advogado e seu constituinte;

¬∑       O acompanhamento do Inqu√©rito Policial, apresenta√ß√£o do suspeito, acompanhamento do interrogat√≥rio policial, os requerimentos cab√≠veis nesta fase investigat√≥ria, exame de corpo de delito e outras provas t√©cnicas;

¬∑       Como agir diante da decreta√ß√£o da pris√£o preventiva ou da tempor√°ria em desfavor de seu constituinte. Como elaborar as peti√ß√Ķes de revoga√ß√£o de tais pris√Ķes;

¬∑       Como elaborar uma resposta √† acusa√ß√£o, como alegar preliminares, nulidades e quest√Ķes prejudiciais, quais os pedidos poss√≠veis neste momento processual;

¬∑       Quais os procedimentos que dever√£o ser adotados pelo advogado ao durante a instru√ß√£o criminal. Como proceder ao contradit√≥rio e como portar-se ao longo de cada etapa da instru√ß√£o. Quais os melhores posicionamentos adotados pelo advogado na defesa dos interesses de seu constituinte;

¬∑       Como elaborar as alega√ß√Ķes finais por escrito, como realizar uma alega√ß√£o final oral quando necess√°rio, e quais as principais teses defensivas a serem adotadas;

¬∑       Como agir diante de um caso de viol√™ncia dom√©stica e familiar contra a mulher, diante os procedimentos da Lei Maria da Penha;

¬∑       Como acompanhar um processo no Juizado Especial, diante dos benef√≠cios da composi√ß√£o civil dos danos e da transa√ß√£o penal.

PROGRAMA:

1.       ADVOCACIA NO INQU√ČRITO POLICIAL:

 

√ė  O Inqu√©rito Policial; Acompanhamento de dilig√™ncias realizadas;

√ė  Direitos dos Advogados;

√ė  Direitos dos Investigados/Indiciados;

√ė  Not√≠cia Criminis;

√ė  Requerimento da v√≠tima ou seu representante legal para abertura de IPL em crimes de A√ß√£o Penal P√ļblica Incondicionada;

√ė  Requerimento da v√≠tima ou seu representante legal para abertura de IPL em crimes de A√ß√£o Penal Privada;

√ė  Representa√ß√£o do ofendido para abertura de IPL em crimes de A√ß√£o Penal P√ļblica Condicionada √† Representa√ß√£o;

√ė  Participa√ß√£o do Advogado nos autos de instru√ß√£o do IPL;

√ė  Requerimento de produ√ß√£o de provas pelo Advogado;

√ė  Termo Circunstanciado. 

 

2.       DAS MEDIDAS ASSECURAT√ďRIAS DA LIBERDADE PARTE 1 ‚Äď HABEAS CORPUS e RELAXAMENTO DE PRIS√ÉO:

 

√ė  Pris√£o em Flagrante;

√ė  Pris√£o Preventiva;

√ė  Pris√£o tempor√°ria;

√ė  Analise da legalidade ou ilegalidade da pris√£o com diagnostico da pe√ßa processual cab√≠vel;

√ė   Elabora√ß√£o das respectivas pe√ßas tais como Habeas Corpus, Relaxamento de Pris√£o e ROC. 

3.       DAS MEDIDAS ASSECURAT√ďRIAS DA LIBERDADE

 PARTE 2- LIBERDADE PROVIS√ďRIA COM E SEM FIAN√áA

 

√ė  Medidas cautelares diversa da pris√£o;

√ė   Fian√ßa;

√ė   Elabora√ß√£o da pe√ßa de requerimento de Fian√ßa perante a autoridade policial e em ju√≠zo;

√ė  Elabora√ß√£o de pedido de Liberdade Provis√≥ria c/ ou s/ fian√ßa;

√ė  Revoga√ß√£o de Preventiva;

 

4.       ADVOCACIA NA FASE PROCESSUAL

 

√ė  Procedimentos; Preliminares, Nulidades e Quest√Ķes prejudiciais; Prescri√ß√£o; t√©cnicas de elabora√ß√£o da Resposta √† Acusa√ß√£o; Incidentes processuais; Exce√ß√Ķes

√ė  Acompanhamento da instru√ß√£o processual; Produ√ß√£o de Provas; Nulidades no curso da instru√ß√£o; Interrogat√≥rio do Acusado

√ė  Teses defensivas; Elabora√ß√£o de Memoriais; instru√ß√Ķes de realiza√ß√£o de Memoriais ou alega√ß√Ķes finais orais.

 

5.       ADVOCACIA NO √āMBITO DA VIOL√äNCIA DOM√ČSTICA CONTRA A MULHER 

√ė  Lei Maria da Penha;

√ė   A Delegacia da Mulher;

√ė  Compet√™ncia dos Juizados Especiais de viol√™ncia domestica contra mulher;

√ė   Atua√ß√£o do Advogado na defesa dos interesses do cliente (v√≠tima/agressor);

√ė   Medidas protetivas;

 

6.       ADVOCACIA NO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL

√ė  Procedimento Sumar√≠ssimo;

√ė  Composi√ß√£o Civil dos Danos;

√ė  Transa√ß√£o Penal; Acompanhamento da Instru√ß√£o processual;

√ė  Recursos; Turma Recursal

 

7.       DA FASE RECURSAL / DA FASE RECURSAL PARTE ‚Äď PRINCIPAIS RECURSOS UTILIZADOS

√ė  Dos principais Recursos utilizados na seara criminal;

√ė   Elabora√ß√£o das pe√ßas de interposi√ß√£o e suas raz√Ķes e contrarraz√Ķes;

√ė  Os Recursos no √Ęmbito do Tribunal do J√ļri;

√ė  Recursos nos Tribunais e como realizar uma Sustenta√ß√£o Oral

Dura√ß√£o do Curso 

 O curso ter√° a carga hor√°ria total de 18horas/aula, totalizando 06 encontros. 

Início do curso: 19 de setembro

Hor√°rio do Curso

Dias alternados da semana Segundas e quarta, das 19h00minh √†s 22h00minh noite. 

Inscrição

O ato de inscri√ß√£o ser√° realizado  na sede do Curso Juris, localizado na Rua .Francisco Xerez, 53, Guararapes-Fortaleza-CE. 

Investimento

 R$ 200, parcelado em 3 vezes cart√£o

* Nos reservamos o direito de cancelar ou alterar a data do curso, caso não tenhamos o quórum mínimo necessário para formação da turma, no prazo de 48 horas antes da sua realização.

* O curso contempla: Certificado de participação.

VAGAS LIMITADAS

 

CURSO DE PR√ĀTICA FORENSE EM DIREITO PENAL

(Da investigação criminal até os principais recursos.)

OBJETIVO:

O curso destina-se a dar suporte t√©cnico pr√°tico aos advogados rec√©m-formados que pretendem atuar no √Ęmbito da Advocacia Criminal, bem como auxiliar na reciclagem daqueles profissionais que j√° exercem tal atividade. Ser√£o analisados dispositivos legais sob a √≥tica da pr√°tica da advocacia criminal, de forma que possibilite √† discuss√£o das diversas formas de atua√ß√£o do advogado na condu√ß√£o da causa, desde o primeiro contato com o cliente, o acompanhamento da fase investigat√≥ria, a elabora√ß√£o das principais pe√ßas processuais, bem como realizar de forma satisfat√≥ria o acompanhamento da instru√ß√£o processual, atrav√©s de manifesta√ß√£o oral ou escrita, em todas as fases da persecu√ß√£o penal at√© a elabora√ß√£o dos principais recursos.

Assim, disponibilizaremos aos nossos alunos uma orientação prática sobre os procedimentos adequados a serem utilizados em sede policial, processual e recursal, na busca da melhor defesa dos interesses dos seus constituintes com ênfase nos seguintes aspectos:

¬∑       Como agir diante da pris√£o em flagrante de seu constituinte, elaborando as pe√ßas processuais cab√≠veis ao caso; Quais as hip√≥teses de cabimento de fian√ßa. Como se manifestar acerca da concess√£o ou negativa de fian√ßa em favor de seu constituinte. Quais as regras da aplica√ß√£o da fian√ßa, o requerimento de fian√ßa diretamente perante a autoridade policial;

¬∑       Qual dever√° ser o posicionamento do advogado nas delegacias de pol√≠cia. Os direitos e veda√ß√Ķes inerentes ao exerc√≠cio da advocacia durante a investiga√ß√£o policial. Quais dever√£o ser as provid√™ncias adotadas por ocasi√£o de recusa por parte das autoridades policiais em conceder direitos inerentes ao advogado e seu constituinte;

¬∑       O acompanhamento do Inqu√©rito Policial, apresenta√ß√£o do suspeito, acompanhamento do interrogat√≥rio policial, os requerimentos cab√≠veis nesta fase investigat√≥ria, exame de corpo de delito e outras provas t√©cnicas;

¬∑       Como agir diante da decreta√ß√£o da pris√£o preventiva ou da tempor√°ria em desfavor de seu constituinte. Como elaborar as peti√ß√Ķes de revoga√ß√£o de tais pris√Ķes;

¬∑       Como elaborar uma resposta √† acusa√ß√£o, como alegar preliminares, nulidades e quest√Ķes prejudiciais, quais os pedidos poss√≠veis neste momento processual;

¬∑       Quais os procedimentos que dever√£o ser adotados pelo advogado ao durante a instru√ß√£o criminal. Como proceder ao contradit√≥rio e como portar-se ao longo de cada etapa da instru√ß√£o. Quais os melhores posicionamentos adotados pelo advogado na defesa dos interesses de seu constituinte;

¬∑       Como elaborar as alega√ß√Ķes finais por escrito, como realizar uma alega√ß√£o final oral quando necess√°rio, e quais as principais teses defensivas a serem adotadas;

¬∑       Como agir diante de um caso de viol√™ncia dom√©stica e familiar contra a mulher, diante os procedimentos da Lei Maria da Penha;

¬∑       Como acompanhar um processo no Juizado Especial, diante dos benef√≠cios da composi√ß√£o civil dos danos e da transa√ß√£o penal.

PROGRAMA:

1.       ADVOCACIA NO INQU√ČRITO POLICIAL:

 

√ė  O Inqu√©rito Policial; Acompanhamento de dilig√™ncias realizadas;

√ė  Direitos dos Advogados;

√ė  Direitos dos Investigados/Indiciados;

√ė  Not√≠cia Criminis;

√ė  Requerimento da v√≠tima ou seu representante legal para abertura de IPL em crimes de A√ß√£o Penal P√ļblica Incondicionada;

√ė  Requerimento da v√≠tima ou seu representante legal para abertura de IPL em crimes de A√ß√£o Penal Privada;

√ė  Representa√ß√£o do ofendido para abertura de IPL em crimes de A√ß√£o Penal P√ļblica Condicionada √† Representa√ß√£o;

√ė  Participa√ß√£o do Advogado nos autos de instru√ß√£o do IPL;

√ė  Requerimento de produ√ß√£o de provas pelo Advogado;

√ė  Termo Circunstanciado. 

 

2.       DAS MEDIDAS ASSECURAT√ďRIAS DA LIBERDADE PARTE 1 ‚Äď HABEAS CORPUS e RELAXAMENTO DE PRIS√ÉO:

 

√ė  Pris√£o em Flagrante;

√ė  Pris√£o Preventiva;

√ė  Pris√£o tempor√°ria;

√ė  Analise da legalidade ou ilegalidade da pris√£o com diagnostico da pe√ßa processual cab√≠vel;

√ė   Elabora√ß√£o das respectivas pe√ßas tais como Habeas Corpus, Relaxamento de Pris√£o e ROC. 

3.       DAS MEDIDAS ASSECURAT√ďRIAS DA LIBERDADE

 PARTE 2- LIBERDADE PROVIS√ďRIA COM E SEM FIAN√áA

 

√ė  Medidas cautelares diversa da pris√£o;

√ė   Fian√ßa;

√ė   Elabora√ß√£o da pe√ßa de requerimento de Fian√ßa perante a autoridade policial e em ju√≠zo;

√ė  Elabora√ß√£o de pedido de Liberdade Provis√≥ria c/ ou s/ fian√ßa;

√ė  Revoga√ß√£o de Preventiva;

 

4.       ADVOCACIA NA FASE PROCESSUAL

 

√ė  Procedimentos; Preliminares, Nulidades e Quest√Ķes prejudiciais; Prescri√ß√£o; t√©cnicas de elabora√ß√£o da Resposta √† Acusa√ß√£o; Incidentes processuais; Exce√ß√Ķes

√ė  Acompanhamento da instru√ß√£o processual; Produ√ß√£o de Provas; Nulidades no curso da instru√ß√£o; Interrogat√≥rio do Acusado

√ė  Teses defensivas; Elabora√ß√£o de Memoriais; instru√ß√Ķes de realiza√ß√£o de Memoriais ou alega√ß√Ķes finais orais.

 

5.       ADVOCACIA NO √āMBITO DA VIOL√äNCIA DOM√ČSTICA CONTRA A MULHER 

√ė  Lei Maria da Penha;

√ė   A Delegacia da Mulher;

√ė  Compet√™ncia dos Juizados Especiais de viol√™ncia domestica contra mulher;

√ė   Atua√ß√£o do Advogado na defesa dos interesses do cliente (v√≠tima/agressor);

√ė   Medidas protetivas;

 

6.       ADVOCACIA NO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL

√ė  Procedimento Sumar√≠ssimo;

√ė  Composi√ß√£o Civil dos Danos;

√ė  Transa√ß√£o Penal; Acompanhamento da Instru√ß√£o processual;

√ė  Recursos; Turma Recursal

 

7.       DA FASE RECURSAL / DA FASE RECURSAL PARTE ‚Äď PRINCIPAIS RECURSOS UTILIZADOS

√ė  Dos principais Recursos utilizados na seara criminal;

√ė   Elabora√ß√£o das pe√ßas de interposi√ß√£o e suas raz√Ķes e contrarraz√Ķes;

√ė  Os Recursos no √Ęmbito do Tribunal do J√ļri;

√ė  Recursos nos Tribunais e como realizar uma Sustenta√ß√£o Oral

Dura√ß√£o do Curso 

 O curso ter√° a carga hor√°ria total de 18horas/aula, totalizando 06 encontros. 

Início do curso: 19 de setembro

Hor√°rio do Curso

Dias alternados da semana Segundas e quarta, das 19h00minh √†s 22h00minh noite. 

Inscrição

O ato de inscri√ß√£o ser√° realizado  na sede do Curso Juris, localizado na Rua .Francisco Xerez, 53, Guararapes-Fortaleza-CE. 

Investimento

 R$ 200, parcelado em 3 vezes cart√£o

* Nos reservamos o direito de cancelar ou alterar a data do curso, caso não tenhamos o quórum mínimo necessário para formação da turma, no prazo de 48 horas antes da sua realização.

* O curso contempla: Certificado de participação.

VAGAS LIMITADAS

 

CURSO DE PR√ĀTICA FORENSE EM DIREITO PENAL

(Da investigação criminal até os principais recursos.)

OBJETIVO:

O curso destina-se a dar suporte t√©cnico pr√°tico aos advogados rec√©m-formados que pretendem atuar no √Ęmbito da Advocacia Criminal, bem como auxiliar na reciclagem daqueles profissionais que j√° exercem tal atividade. Ser√£o analisados dispositivos legais sob a √≥tica da pr√°tica da advocacia criminal, de forma que possibilite √† discuss√£o das diversas formas de atua√ß√£o do advogado na condu√ß√£o da causa, desde o primeiro contato com o cliente, o acompanhamento da fase investigat√≥ria, a elabora√ß√£o das principais pe√ßas processuais, bem como realizar de forma satisfat√≥ria o acompanhamento da instru√ß√£o processual, atrav√©s de manifesta√ß√£o oral ou escrita, em todas as fases da persecu√ß√£o penal at√© a elabora√ß√£o dos principais recursos.

Assim, disponibilizaremos aos nossos alunos uma orientação prática sobre os procedimentos adequados a serem utilizados em sede policial, processual e recursal, na busca da melhor defesa dos interesses dos seus constituintes com ênfase nos seguintes aspectos:

¬∑       Como agir diante da pris√£o em flagrante de seu constituinte, elaborando as pe√ßas processuais cab√≠veis ao caso; Quais as hip√≥teses de cabimento de fian√ßa. Como se manifestar acerca da concess√£o ou negativa de fian√ßa em favor de seu constituinte. Quais as regras da aplica√ß√£o da fian√ßa, o requerimento de fian√ßa diretamente perante a autoridade policial;

¬∑       Qual dever√° ser o posicionamento do advogado nas delegacias de pol√≠cia. Os direitos e veda√ß√Ķes inerentes ao exerc√≠cio da advocacia durante a investiga√ß√£o policial. Quais dever√£o ser as provid√™ncias adotadas por ocasi√£o de recusa por parte das autoridades policiais em conceder direitos inerentes ao advogado e seu constituinte;

¬∑       O acompanhamento do Inqu√©rito Policial, apresenta√ß√£o do suspeito, acompanhamento do interrogat√≥rio policial, os requerimentos cab√≠veis nesta fase investigat√≥ria, exame de corpo de delito e outras provas t√©cnicas;

¬∑       Como agir diante da decreta√ß√£o da pris√£o preventiva ou da tempor√°ria em desfavor de seu constituinte. Como elaborar as peti√ß√Ķes de revoga√ß√£o de tais pris√Ķes;

¬∑       Como elaborar uma resposta √† acusa√ß√£o, como alegar preliminares, nulidades e quest√Ķes prejudiciais, quais os pedidos poss√≠veis neste momento processual;

¬∑       Quais os procedimentos que dever√£o ser adotados pelo advogado ao durante a instru√ß√£o criminal. Como proceder ao contradit√≥rio e como portar-se ao longo de cada etapa da instru√ß√£o. Quais os melhores posicionamentos adotados pelo advogado na defesa dos interesses de seu constituinte;

¬∑       Como elaborar as alega√ß√Ķes finais por escrito, como realizar uma alega√ß√£o final oral quando necess√°rio, e quais as principais teses defensivas a serem adotadas;

¬∑       Como agir diante de um caso de viol√™ncia dom√©stica e familiar contra a mulher, diante os procedimentos da Lei Maria da Penha;

¬∑       Como acompanhar um processo no Juizado Especial, diante dos benef√≠cios da composi√ß√£o civil dos danos e da transa√ß√£o penal.

PROGRAMA:

1.       ADVOCACIA NO INQU√ČRITO POLICIAL:

 

√ė  O Inqu√©rito Policial; Acompanhamento de dilig√™ncias realizadas;

√ė  Direitos dos Advogados;

√ė  Direitos dos Investigados/Indiciados;

√ė  Not√≠cia Criminis;

√ė  Requerimento da v√≠tima ou seu representante legal para abertura de IPL em crimes de A√ß√£o Penal P√ļblica Incondicionada;

√ė  Requerimento da v√≠tima ou seu representante legal para abertura de IPL em crimes de A√ß√£o Penal Privada;

√ė  Representa√ß√£o do ofendido para abertura de IPL em crimes de A√ß√£o Penal P√ļblica Condicionada √† Representa√ß√£o;

√ė  Participa√ß√£o do Advogado nos autos de instru√ß√£o do IPL;

√ė  Requerimento de produ√ß√£o de provas pelo Advogado;

√ė  Termo Circunstanciado. 

 

2.       DAS MEDIDAS ASSECURAT√ďRIAS DA LIBERDADE PARTE 1 ‚Äď HABEAS CORPUS e RELAXAMENTO DE PRIS√ÉO:

 

√ė  Pris√£o em Flagrante;

√ė  Pris√£o Preventiva;

√ė  Pris√£o tempor√°ria;

√ė  Analise da legalidade ou ilegalidade da pris√£o com diagnostico da pe√ßa processual cab√≠vel;

√ė   Elabora√ß√£o das respectivas pe√ßas tais como Habeas Corpus, Relaxamento de Pris√£o e ROC. 

3.       DAS MEDIDAS ASSECURAT√ďRIAS DA LIBERDADE

 PARTE 2- LIBERDADE PROVIS√ďRIA COM E SEM FIAN√áA

 

√ė  Medidas cautelares diversa da pris√£o;

√ė   Fian√ßa;

√ė   Elabora√ß√£o da pe√ßa de requerimento de Fian√ßa perante a autoridade policial e em ju√≠zo;

√ė  Elabora√ß√£o de pedido de Liberdade Provis√≥ria c/ ou s/ fian√ßa;

√ė  Revoga√ß√£o de Preventiva;

 

4.       ADVOCACIA NA FASE PROCESSUAL

 

√ė  Procedimentos; Preliminares, Nulidades e Quest√Ķes prejudiciais; Prescri√ß√£o; t√©cnicas de elabora√ß√£o da Resposta √† Acusa√ß√£o; Incidentes processuais; Exce√ß√Ķes

√ė  Acompanhamento da instru√ß√£o processual; Produ√ß√£o de Provas; Nulidades no curso da instru√ß√£o; Interrogat√≥rio do Acusado

√ė  Teses defensivas; Elabora√ß√£o de Memoriais; instru√ß√Ķes de realiza√ß√£o de Memoriais ou alega√ß√Ķes finais orais.

 

5.       ADVOCACIA NO √āMBITO DA VIOL√äNCIA DOM√ČSTICA CONTRA A MULHER 

√ė  Lei Maria da Penha;

√ė   A Delegacia da Mulher;

√ė  Compet√™ncia dos Juizados Especiais de viol√™ncia domestica contra mulher;

√ė   Atua√ß√£o do Advogado na defesa dos interesses do cliente (v√≠tima/agressor);

√ė   Medidas protetivas;

 

6.       ADVOCACIA NO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL

√ė  Procedimento Sumar√≠ssimo;

√ė  Composi√ß√£o Civil dos Danos;

√ė  Transa√ß√£o Penal; Acompanhamento da Instru√ß√£o processual;

√ė  Recursos; Turma Recursal

 

7.       DA FASE RECURSAL / DA FASE RECURSAL PARTE ‚Äď PRINCIPAIS RECURSOS UTILIZADOS

√ė  Dos principais Recursos utilizados na seara criminal;

√ė   Elabora√ß√£o das pe√ßas de interposi√ß√£o e suas raz√Ķes e contrarraz√Ķes;

√ė  Os Recursos no √Ęmbito do Tribunal do J√ļri;

√ė  Recursos nos Tribunais e como realizar uma Sustenta√ß√£o Oral

Dura√ß√£o do Curso 

 O curso ter√° a carga hor√°ria total de 18horas/aula, totalizando 06 encontros. 

Início do curso: 19 de setembro

Hor√°rio do Curso

Dias alternados da semana Segundas e quarta, das 19h00minh √†s 22h00minh noite. 

Inscrição

O ato de inscri√ß√£o ser√° realizado  na sede do Curso Juris, localizado na Rua .Francisco Xerez, 53, Guararapes-Fortaleza-CE. 

Investimento

 R$ 200, parcelado em 3 vezes cart√£o

* Nos reservamos o direito de cancelar ou alterar a data do curso, caso não tenhamos o quórum mínimo necessário para formação da turma, no prazo de 48 horas antes da sua realização.

* O curso contempla: Certificado de participação.

VAGAS LIMITADAS

 


Preço do Curso:   R$ 200,00